Um dossiê estrutural sobre como instituições federais, produção regional, demografia e mercados de capitais moldam a capacidade dos EUA e a transmissão global das condições em dólar.
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DOSSIÊ ESTRUTURAL MAIS RECENTE · 26 de setembro de 2026
Um dossiê estrutural sobre como instituições federais, produção regional, demografia e mercados de capitais moldam a capacidade dos EUA e a transmissão global das condições em dólar.
Investigação geoeconômica com 40 fontes sobre a moeda proposta por Lula no BRICS, a disputa americana sobre o Pix, as reservas revistas pelo USGS, a compra concluída da Serra Verde pela USAR, o contrato de 15 anos e as eleições brasileiras de 2026.
Investigação histórica, institucional e geoeconômica com 35 capítulos sobre suspensão de dirigentes do Tribunal Constitucional, denúncias de golpe, PiS, Tusk, Nawrocki, integração europeia, déficit e dívida, defesa, Rússia, Bielorrússia, OTAN, Ucrânia e pressões externas.
O IPCA de setembro avançou 0,82% após o fim do desconto de Itaipu; bolsas subiram apesar dos juros americanos elevados e dos riscos de energia e financiamento.
EIA elevou as projeções do Brent para 2026 e 2027; juros longos americanos recuaram após o leilão de 8 de outubro, mas o IPCA brasileiro e a transmissão dos custos energéticos continuam em aberto.
Leilão americano de 30 anos saiu a 5,618%, com demanda 2,54 vezes a oferta; juros de referência recuaram frente a quarta-feira, embora o Brent siga acima de US$ 100 e a ata do Fed revele competição adicional por capital de longo prazo.
Petróleo volta para acima de US$ 101 enquanto juros longos dos EUA retornam às máximas de décadas, colocando a reabertura do Treasury de 10 anos e a ata do FOMC no centro do teste das condições financeiras de hoje.
Juros longos dos EUA continuam perto das máximas de décadas mesmo com petróleo abaixo do pico recente, ações resilientes, China estabilizando e Brasil absorvendo o choque de repricing pós-eleição.
Serviços dos EUA seguem em expansão e a manufatura global está no nível mais forte desde 2022, enquanto payroll fraco, índices elevados de preços, juros longos acima de 5% e o repricing pós-eleição no Brasil criam uma combinação de política mais instável.
Um dossiê estrutural sobre como instituições federais, produção regional, demografia e mercados de capitais moldam a capacidade dos EUA e a transmissão global das condições em dólar.
O papel estrutural do Federal Reserve vem da autoridade monetária legal sobre o dólar, de um balanço de vários trilhões e de backstops de liquidez cujos efeitos se transmitem pelos mercados americanos e pelo funding transfronteiriço.
Uma reconstrução de longo horizonte das instituições, identidades, percepções de ameaça, economias políticas e escolhas estratégicas que conectam Ucrânia, Rússia, OTAN e Europa — da abertura cooperativa dos anos 1990 à ordem de segurança militarizada de 2026.