Corte das evidências: 23 de setembro de 2026. O BRICS já não é o agrupamento de cinco países sugerido pelo acrônimo original. Em 2026, é um fórum intergovernamental de 11 membros distribuídos pela Ásia, África, Oriente Médio, Europa e América do Sul, com um banco de desenvolvimento, uma rede crescente de reuniões ministeriais e uma categoria formal de países parceiros. A ampliação aumentou sua relevância econômica e diplomática, mas também tornou a coordenação interna consideravelmente mais difícil.
O BRICS começou como uma categoria analítica, não como organização criada por tratado. O artigo de Jim O'Neill de 2001 agrupou Brasil, Rússia, Índia e China porque essas economias poderiam ganhar peso extraordinário na economia mundial. A coordenação política surgiu depois: chanceleres dos quatro países reuniram-se em 2006, a primeira cúpula de líderes ocorreu em 2009 e a África do Sul ingressou em 2011. O Novo Banco de Desenvolvimento e o Arranjo Contingente de Reservas foram criados em 2014, fornecendo ao agrupamento suas primeiras grandes instituições financeiras permanentes.
A expansão alterou a natureza do sistema. Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos integram a composição oficial de 2026 ao lado dos cinco membros anteriores, e a Indonésia tornou-se o décimo primeiro membro. O agrupamento reúne, portanto, grandes exportadores de commodities, potências manufatureiras, grandes mercados consumidores, centros financeiros e economias de baixa renda sob uma mesma estrutura de consenso.
O resultado não é uma união econômica, área de livre comércio, aliança militar ou bloco de moeda comum. O BRICS é mais bem compreendido como uma plataforma de coordenação por meio da qual Estados buscam maior influência sobre financiamento ao desenvolvimento, instituições internacionais, liquidação comercial, tecnologia, saúde, clima e diálogo geopolítico preservando soberania nacional.
- cúpula de líderes
- presidência rotativa
- consenso
- diplomacia do Sul Global
- comércio e investimento
- financiamento em moedas locais
- cooperação industrial
- segurança alimentar e energética
- Novo Banco de Desenvolvimento
- Arranjo Contingente de Reservas
- redes empresariais e de think tanks
- escala de China e Índia
- exportadores de energia
- diferentes níveis de desenvolvimento
- sistemas políticos e monetários distintos
- 11 membros
- categoria de países parceiros
- alcance geográfico maior
- custos de coordenação mais altos
A instituição se desenvolveu em camadas, não a partir de um tratado fundador
O BRICS não possui um único documento constitucional comparável aos tratados que criaram a União Europeia ou o Mercosul. Sua arquitetura cresceu incrementalmente por cúpulas, declarações, reuniões ministeriais e instituições construídas para funções específicas.
| Período | Desenvolvimento institucional | Significado econômico | Consequência política |
|---|---|---|---|
| 2001 | “BRIC” surge como categoria econômica e de investimento | destaca o peso potencial de quatro grandes emergentes | ainda não existe instituição política |
| 2006 | primeira reunião de chanceleres do BRIC | escala econômica começa a sustentar coordenação diplomática | diálogo intergovernamental regular se inicia |
| 2009 | primeira cúpula de líderes | questões macroeconômicas, financeiras e de desenvolvimento chegam ao nível presidencial | BRIC torna-se fórum político recorrente |
| 2011 | África do Sul ingressa | África entra no núcleo do agrupamento | estrutura de cinco membros e sigla BRICS se consolidam |
| 2014 | NDB e CRA são criados | surgem financiamento de projetos e arquitetura de liquidez | cooperação ganha ativos institucionais permanentes |
| 2024–2025 | grande expansão da membresia | energia, finanças, população e geografia se ampliam | heterogeneidade e custos de coordenação aumentam |
| 2024 em diante | categoria de países parceiros | rede econômica mais ampla sem membresia plena | BRICS ganha um anel institucional externo |
| 2026 | Índia sedia a 18ª cúpula em Nova Délhi | resiliência, inovação, cooperação e sustentabilidade orientam a agenda | BRICS ampliado opera nos três pilares de cooperação |
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| Indicador / período | Valor (número de membros plenos) |
|---|---|
| 2009 | 4 |
| 2011 | 5 |
| 2026 | 11 |
A Declaração de Nova Délhi de 2026 organiza a cooperação em três grandes pilares: política e segurança; economia e finanças; e intercâmbios culturais e entre sociedades. Essa amplitude é importante porque o BRICS não está construído ao redor de uma única barganha vinculante de acesso a mercado. Trata-se de uma plataforma diplomática de múltiplos domínios.
A expansão aumentou a escala agregada e reduziu a homogeneidade institucional
Os onze membros são Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia. Suas estruturas econômicas são mais diferentes entre si do que a narrativa original dos BRIC sugeria.
| Membro | Papel estrutural dentro do agrupamento | Principal ativo econômico | Principal tensão de coordenação |
|---|---|---|---|
| Brasil | alimentos, minerais, energia e diplomacia sul-americana | agronegócio, minerais, petróleo e grande mercado interno | produtividade e restrições fiscais |
| Rússia | energia, minerais, indústria militar e poder eurasiático | hidrocarbonetos, capacidade nuclear/industrial e território | sanções e reorientação da economia de guerra |
| Índia | escala demográfica, serviços e mercado de rápido crescimento | força de trabalho, infraestrutura digital, serviços e manufatura | autonomia estratégica e competição com a China |
| China | escala manufatureira, comercial e financeira | ecossistemas industriais, capital, tecnologia e mercado | peso econômico assimétrico dentro do grupo |
| África do Sul | membro africano industrial-financeiro consolidado | mineração, mercados de capitais e instituições | crescimento baixo e desemprego |
| Arábia Saudita | peso no petróleo e no capital do Golfo | hidrocarbonetos de baixo custo e investimento soberano | diversificação e segurança regional |
| Egito | Suez, posição árabe-africana e escala populacional | logística, turismo, manufatura e mercado interno | financiamento externo e inflação |
| EAU | finanças, logística e riqueza soberana | portos, aviação e plataformas de investimento | pequena base cidadã e exposição regional |
| Etiópia | grande centro populacional da África Oriental | trabalho, hidreletricidade e infraestrutura | baixa renda, reforma cambial e reconstrução |
| Irã | energia e geografia Golfo–Eurásia | petróleo, gás, indústria e capital humano técnico | sanções, inflação e conflito |
| Indonésia | escala ASEAN e minerais críticos | mercado doméstico, níquel, manufatura e posição marítima | upgrading de commodities e logística |
A diversidade amplia o alcance e simultaneamente limita políticas comuns. Alguns membros possuem superávits externos; outros dependem de financiamento. Alguns administram rigidamente suas moedas; outros deixam o câmbio flutuar. Alguns são importadores de energia e outros estão entre os maiores exportadores mundiais. Alguns mantêm alianças de segurança com os Estados Unidos, enquanto outros sofrem sanções americanas.
Uma instituição baseada em consenso consegue conter essas diferenças porque os participantes não precisam harmonizar a maior parte de suas políticas domésticas. A mesma característica limita a velocidade com que o BRICS poderia se transformar em um regime econômico unificado.
- Mais membros
- mercado, recursos e alcance diplomático maiores
- maior visibilidade de barganha
- incentivo maior à participação
- Mais membros
- diferenças macroeconômicas e estratégicas maiores
- consenso mais difícil
- preferência por declarações flexíveis e cooperação por projetos
A China é o maior nó econômico, mas o BRICS não é simplesmente um bloco comercial liderado por Pequim
A produção manufatureira, o comércio de mercadorias e a escala financeira da China superam amplamente as da maioria dos membros. Muitas relações bilaterais internas ao BRICS são, portanto, economicamente relações com a China: commodities brasileiras, energia russa, petróleo saudita, comércio iraniano, minerais indonésios e exportações africanas possuem canais chineses importantes.
Isso produz assimetria estrutural. Um sistema pode ser diplomaticamente multipolar enquanto sua rede comercial permanece fortemente concentrada em uma economia. Índia, Brasil, Rússia, Arábia Saudita e outros preservam capacidades independentes relevantes, mas nenhum individualmente reproduz a combinação chinesa de profundidade industrial, escala comercial e capital.
Por isso, crescimento do comércio intra-BRICS não deve ser interpretado automaticamente como formação de um mercado interno equilibrado. Composição, direção e forma de liquidação do comércio importam tanto quanto o valor agregado.
- China
- manufatura, máquinas, bens de capital e demanda
- múltiplos mercados de commodities e consumo do BRICS
- hub comercial assimétrico
- Índia
- serviços, farmacêutica, sistemas digitais e manufatura crescente
- Golfo, África e Ásia
- conexões Sul-Sul diversificadas
- Rússia/Irã/Arábia Saudita/EAU
- petróleo, gás e energia estratégica
- China, Índia e mercados globais
- transmissão de segurança energética
- Brasil/Indonésia/África do Sul/Etiópia/Egito
- alimentos, minerais, manufatura, logística e trabalho
- sistemas regionais distintos
- alcance geográfico do BRICS
- NDB
- financiamento de projetos em membros e não membros
- infraestrutura e desenvolvimento sustentável
- camada institucional distinta do comércio
O Novo Banco de Desenvolvimento é a instituição econômica permanente mais concreta criada pelo BRICS
O NDB foi fundado pelos cinco membros originais com participação inicial igualitária. Depois ampliou a membresia além do núcleo BRICS. Bangladesh e EAU entraram em 2021, Egito em 2023, Argélia em 2025 e Uzbequistão em 2026. Uruguai, Colômbia, Etiópia, Angola, Zimbábue e Belarus são listados pelo banco como membros prospectivos em diferentes estágios de adesão.
A distinção é central: membresia do BRICS e membresia do NDB não são a mesma coisa. Arábia Saudita e Irã integram o BRICS, mas não aparecem como membros do NDB no corte das informações; a Etiópia é membro do BRICS e membro prospectivo do banco. Mapas institucionais que fundem os dois conjuntos produzem conclusões incorretas.
O relatório anual de 2025 do NDB registra 19 projetos aprovados naquele ano, equivalentes a aproximadamente US$ 3,171 bilhões. No final de 2025, o banco informava carteira de 115 projetos aprovados somando aproximadamente US$ 35,593 bilhões.
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| Indicador / período | Valor (USD bilhões) |
|---|---|
| Projetos aprovados em 2025 | 3,171 |
| Carteira total aprovada | 35,593 |
O banco é pequeno em comparação com o sistema do Banco Mundial ou com a necessidade agregada de capital dos membros, mas fornece ao agrupamento um balanço operacional. Isso o diferencia qualitativamente de simples declarações de cúpula.
Financiamento em moedas locais é real; uma moeda comum do BRICS não é o regime institucional atual
Declarações do BRICS apoiam maior uso de moedas nacionais, cooperação em sistemas de pagamento e papel maior das moedas dos membros no comércio e no financiamento ao desenvolvimento. O NDB também busca aumentar operações em moedas locais quando as condições de mercado permitem.
Essas iniciativas devem ser separadas de alegações sobre uma moeda comum do BRICS. Uma união monetária exigiria decisões sobre unidade de conta, instituição de liquidação, reservas, política monetária, função de emprestador de última instância e distribuição dos custos de ajuste. Os membros possuem taxas de inflação, regimes cambiais, controles de capital e sistemas financeiros radicalmente diferentes.
A liquidação em moedas nacionais pode crescer sem união monetária. Na prática, acordos bilaterais ou multilaterais usando moedas existentes são institucionalmente muito mais simples porque preservam a soberania monetária doméstica.
| Camada monetário-financeira | Existe em 2026? | Função | O que não implica |
|---|---|---|---|
| liquidação comercial em moedas nacionais | sim, em relações selecionadas | reduz o uso de moedas de terceiros em algumas transações | política monetária comum |
| empréstimos do NDB em moedas locais | sim, quando condições permitem | aproxima moeda da dívida às receitas locais e diversifica financiamento | banco central do BRICS |
| Arranjo Contingente de Reservas | sim, criado pelos cinco originais | estrutura de apoio de liquidez de curto prazo | união fiscal |
| moeda comum do BRICS | não existe moeda comum operacional | — | não há união monetária implementada |
O BRICS busca mais influência sobre instituições globais, não simplesmente retirar-se delas
O agrupamento defende reforma das instituições multilaterais, maior representação de economias emergentes e mudanças na governança financeira global. Essa agenda às vezes é descrita como antiocidental, mas o comportamento dos membros é mais complexo.
Índia, Brasil, África do Sul, Arábia Saudita e EAU mantêm relações econômicas extensas com Estados Unidos e Europa. A China é profundamente integrada ao comércio mundial. Os membros participam do FMI, Banco Mundial, OMC, G20 e ONU em vez de simplesmente substituí-los.
O denominador comum é menos uma retirada do sistema existente e mais insatisfação com a distribuição de voz, condicionalidades, financiamento e capacidade de definir agendas.
- Peso crescente dos emergentes + percepção de sub-representação
- demanda por reforma da governança
- coordenação BRICS
- Coordenação BRICS
- declarações conjuntas + financiamento alternativo + moedas locais
- capacidade incremental de barganha
- Capacidade incremental ≠ bloco geopolítico unificado
- membros preservam alianças, regimes comerciais e estratégias distintas
Energia e commodities dão ao BRICS ampliado relevância incomum sobre sistemas físicos
O BRICS pós-expansão inclui vários dos maiores produtores mundiais de petróleo e grandes importadores. Também reúne exportadores importantes de alimentos, economias mineradoras e fabricantes de tecnologias de energia renovável.
Isso cria possibilidade de coordenação ao longo de cadeias físicas completas: recursos, transporte, processamento, manufatura e mercados finais. Também cria conflitos internos de interesse. Petróleo mais caro beneficia exportadores e prejudica importadores como a Índia. Exportadores agrícolas e países dependentes de importação podem preferir políticas comerciais diferentes. Estados com processamento mineral podem disputar o mesmo investimento distribuição e etapas finais da cadeia.
A expansão elevou a relevância do BRICS para sistemas físicos globais, mas tornou uma política unificada de commodities menos provável.
A demografia transforma o grupo em um conjunto de horizontes temporais muito diferentes
Índia e Etiópia enfrentam expansão relevante da futura força de trabalho. China e Rússia envelhecem. O Brasil migra rapidamente para estrutura etária mais velha. Estados do Golfo importam grande parcela do trabalho. A Indonésia ainda dispõe de dividendo demográfico.
Essas diferenças alteram preferências de capital, tecnologia e migração. Países jovens precisam de investimento intensivo em emprego e infraestrutura urbana. Países envelhecidos valorizam automação, produtividade e sistemas previdenciários. Estados do Golfo podem importar trabalhadores em vez de esperar mudanças demográficas internas.
Uma agenda de desenvolvimento que trata “população do BRICS” como um único número, portanto, esconde mais do que explica.
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| Indicador / período | Valor (milhões de pessoas, referências aproximadas FMI) |
|---|---|
| Índia | 1.476,6 |
| China | 1.401,9 |
| Brasil | 214,1 |
| Rússia | 143,5 |
| Egito | 110,1 |
| Irã | 87,9 |
| África do Sul | 64 |
O consenso protege soberania, mas limita a profundidade institucional
O consenso é atraente porque os membros não precisam transferir autoridade formal a um executivo supranacional. Ele também permite que países com alinhamentos estratégicos conflitantes permaneçam na mesma instituição.
O custo é a tendência ao menor denominador comum. Declarações amplas são mais fáceis que regras vinculantes sobre tarifas, screening de investimento, circulação de capital, sanções ou moedas. A expansão amplia o problema ao adicionar preferências e pontos de veto.
Isso não torna o BRICS irrelevante. Define o tipo de instituição que ele pode plausivelmente se tornar: rede de coordenação, financiamento de projetos, barganha diplomática e acordos setoriais, não um governo econômico integrado.
Ativos e restrições estruturais em 2026
| Ativo estrutural | Vantagem sistêmica | Restrição | Indicador a acompanhar |
|---|---|---|---|
| escala demográfica e de mercado | grande parcela da população e demanda mundiais | renda e estrutura etária muito diferentes | convergência de produtividade e renda |
| energia e minerais | influência física e resiliência de oferta | exportadores e importadores têm interesses de preço opostos | fluxos energéticos e investimento intra-BRICS |
| profundidade manufatureira | China, Índia e Indonésia fornecem escala industrial | concentração ao redor da China | concentração comercial e localização de fornecedores |
| capital soberano e de desenvolvimento | NDB e fundos asiáticos/do Golfo ampliam opções | instituições ainda pequenas frente à necessidade | desembolsos do NDB e coinvestimento privado |
| governança por consenso | preserva soberania e membresia ampla | desacelera integração vinculante | implementação dos compromissos das cúpulas |
| alcance geográfico | presença em grandes regiões e corredores | não existe área econômica contígua | conectividade logística, financeira e comercial |
A agenda de Nova Délhi de 2026 mostra uma instituição pós-expansão mais operacional
A presidência indiana de 2026 adotou o tema Building for Resilience, Innovation, Cooperation and Sustainability. A Declaração de Nova Délhi continuou o trabalho nos três pilares e enfatizou expansão do NDB, financiamento em moedas locais, reforma institucional, tecnologia e cooperação para o desenvolvimento.
O sinal importante não é apenas a amplitude retórica. O teste é se o agrupamento ampliado consegue transformar reuniões ministeriais em instituições repetíveis, bases de dados, pipelines de financiamento e sistemas interoperáveis que sobrevivam às mudanças anuais de presidência.
O que alteraria materialmente a avaliação
O BRICS se tornaria economicamente mais profundo se os membros criassem mecanismos repetíveis que reduzam custos de transação internos: pagamentos interoperáveis, pipelines padronizados de financiamento, capitalização maior do NDB, facilitação comercial, investimento logístico e acordos setoriais transparentes.
O resultado oposto também é plausível: a expansão pode criar um fórum diplomático maior cujas declarações cresçam mais rápido que a implementação. A evidência decisiva será institucional, não retórica — desembolsos de projetos, uso efetivo de mecanismos de liquidação, redução de custos comerciais, conclusão de infraestrutura e continuidade da cooperação técnica entre presidências.
Fontes
- BRICS 2026, Declaração de Nova Délhi, Governo da Índia: https://www.mea.gov.in/bilateral-documents.htm?dtl/40647/New_Delhi_Declaration_2026
- Governo da Índia, 18ª Cúpula do BRICS, setembro de 2026: https://www.pib.gov.in/PressReleseDetailm.aspx?PRID=2308611
- BRICS Brasil 2025, nota oficial sobre membresia e presidência: https://brics.br/en/documents/issue-note-brazils-brics-presidency-english.pdf
- Novo Banco de Desenvolvimento, membros: https://www.ndb.int/about-ndb/members/
- Novo Banco de Desenvolvimento, Relatório Anual 2025: https://www.ndb.int/annual-report/2025/
- BRICS Information Centre, documentação histórica das cúpulas: http://www.brics.utoronto.ca/
- Goldman Sachs Global Economics Paper nº 66, Building Better Global Economic BRICs, 2001: https://www.goldmansachs.com/insights/archive/archive-pdfs/build-better-brics.pdf
Corte das informações: 23 de setembro de 2026. Membresia, status de parceiros, iniciativas financeiras e implementação das cúpulas são institucionalmente sensíveis ao tempo.