A transição do Iraque em 2026: dependência do petróleo, barganha federativa e o desafio de converter ganhos de segurança em capacidade produtiva
Um novo governo, o fim da UNAMI, a fase final da transição da coalizão contra o ISIS e novos choques regionais de energia expõem a mesma restrição estrutural: o Iraque mobiliza grandes rendas de hidrocarbonetos, mas eletricidade, água, finanças, coordenação federativa e absorção privada determinam se essa renda vira capacidade produtiva durável.